Advocating for the active Engagement of the Youth in the Agricultural Value Chain

19 - 23 September 2011
Ezulwini, Swaziland

Resoluções para Melhorar a Segurança Alimentar

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Date: 
29 September 2011
Authors: 
Ben Rootman
Source: 
Junxion Communications
Article content: 

Apresentadas no Debate da FANRPAN na Suazilândia

Foram realizadas vinte e duas resoluções para melhorar a segurança alimentar em África por parte de líderes agrícolas de todo o mundo na semana passada.

Com participação no debate político sobre segurança alimentar regional de alto nível anual da Food, Agricultural and Natural Resources Policy Analysis Network (FANRPAN) em eZulwini, Suazilândia, resolveram que a insegurança alimentar só poderia ser devidamente abordada através do envolvimento activo dos jovens no sector agrícola.

A Dra. Lindiwe Sibanda, Directora Executiva da FANRPAN diz que 44 porcento da população de África tem menos de 15 anos.
“É óbvio que são a peça chave para o desenvolvimento da agricultura em África e para o Programa de Desenvolvimento Agrícola Abrangente de África.”

Vinte e oito dos 54 países em África assinaram o programa, comprometendo-se a alocar, pelo menos, dez porcento do seu orçamento nacional à agricultura. Dez já atingiram este objectivo, enquanto 18 prepararam planos de investimento.

Os delegados resolveram garantir que os restantes cumprem o programa e envolvem a sociedade civil - particularmente os jovens – no processo.

Sibanda diz que os jovens querem ver retornos rápidos provenientes das suas iniciativas.

“A utilização de tecnologia de informação e comunicação é essencial a este respeito, uma vez que torna os envolvimentos virtuais possíveis e estabelece mercados locais e globais.

“A rede resolveu desenvolver uma base de dados de iniciativas bem sucedidas de jovens e tornar os activos agrícolas, como terrenos, água e maquinaria, bem como o financiamento, mais acessíveis aos jovens."

Sibanda diz que a FANRPAN desenvolveu um índice de vulnerabilidade doméstica para mapear os activos humanos, sociais, financeiros, físicos e naturais das famílias.

“Categoriza as famílias em vulnerabilidade alta, média ou baixa. As bases de dados para Lesoto, Suazilândia e Zimbabué foram desenvolvidas em parceria com a World Vision International.”

“Continuaremos a aplicar os nossos esforços para reduzir o número de pessoas que vivem na pobreza e para partilhar os resultados de investigação das nossas bases de dados de subsistência através dos nossos debates. Estas bases de dados deverão ser utilizadas pelas universidades nos respectivos países para garantir que são actualizadas com regularidade e utilizadas pelas faculdades relevantes."

Sibanda diz que a mudança climática terá um grave impacto nos recursos naturais em África.

“Sessenta porcento dos africanos viverão em cidades até 2050, em comparação aos actuais 20 porcento. O desafio é duplicar a produção alimentar para cumprir as necessidades, em relação ao cenário de mudança climática e diminuição das produções.

“Iremos promover o desenvolvimento e novas tecnologias que salvaguardam o ambiente, enquanto optimizam a produtividade e promovem uma agricultura inteligente em termos climáticos. Os recursos devem ser disponibilizados aos jovens para liderarem o objectivo de um mundo seguro em termos climáticos. Na conferência sobre a mudança climática que está para decorrer em breve, COP 17 em Durban, todos os africanos deverão falar através de uma só voz - sem agricultura não há negócio", diz ela.

O debate da FANRPAN foi realizado na Suazilândia de 19 a 23 de Setembro. Teve a participação de mais de 220 delegados de 21 países.